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Notícia
Governo |
31-08-2026 00:01:43
| Fonte: CIPRA
NA ABERTURA DA CIMEIRA DA UA
Presidente da República defende mobilização de instrumentos para prevenir conflitos em África
<p>O Presidente da República, João Lourenço, defendeu a mobilização dos instrumentos políticos, diplomáticos, financeiros e institucionais para prevenir e pôr fim aos conflitos em África.</p><p>A posição foi manifestada este domingo, 30 de Agosto, na sessão de abertura da 21.ª Cimeira Extraordinária dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana, que decorre no Palácio de Convenções de Luanda.</p><p>Na sua intervenção, o Chefe de Estado angolano considerou que a paz não constitui apenas uma condição para o desenvolvimento económico dos países africanos e para a dignidade dos povos, mas também para a estabilidade dos Estados e para a concretização da Agenda 2063.</p><p>A realização da sessão extraordinária insere-se, segundo João Lourenço, na continuidade do compromisso assumido por Angola em favor da paz, da segurança e da estabilidade em África, durante o exercício da Presidência da União Africana, em 2025.</p><p>Para o Presidente da República, não poderá haver desenvolvimento sustentável, integração económica efectiva e melhoria das condições de vida das populações sem segurança, paz, estabilidade e concórdia entre os povos.</p><p>“Foi com esse espírito que, a 24 de Setembro de 2025, presidimos, em Nova Iorque, a reunião do Conselho de Paz e Segurança da União Africana, dedicada à prevenção e resolução de conflitos no continente”, afirmou.</p><p>Segundo o Chefe de Estado, a reflexão então iniciada permitiu reforçar a consciência sobre a necessidade de tornar mais eficazes os instrumentos de que África dispõe para prevenir conflitos, mediar crises e assegurar a implementação das decisões colectivamente adoptadas.</p><p>“Estou convencido de que hoje vamos trabalhar todos com muita seriedade e sentido de responsabilidade, para que esta sessão seja um ponto de viragem relativamente aos esforços que temos empreendido, visando colocar em marcha todos os mecanismos existentes para a prevenção e resolução dos conflitos no nosso continente”, frisou.</p><p>O Chefe de Estado angolano apelou, também, à adopção de medidas concretas, acompanhadas de responsabilidades claramente definidas e de mecanismos eficazes de acompanhamento.</p>